Minha história com este deserto
Não vendo um destino que só conheço por catálogo de operadora. Fui, voltei, errei caminho, encontrei o receptivo certo — e hoje levo você direto para o que vale a pena.

A primeira vez, sozinho
Cheguei ao Atacama com uma câmera, um tripé e nenhuma ideia de que aquele deserto mudaria o rumo da minha carreira. Fotografei o Valle de la Luna, os Monjes de la Pacana e a Laguna Colorada antes do amanhecer, sem pressa nenhuma.

De volta, para entender de verdade
Voltei para conhecer as Piedras Rojas e o altiplano em profundidade, de Land Rover, encarando estradas de terra a mais de 4.500m. É essa experiência de campo — e não um site de reservas — que define os roteiros que ofereço hoje.

Agora, com a Mity ao lado
Na viagem mais recente, levei minha esposa para ver o deserto pelos meus olhos. Foi ali que confirmei o que já desconfiava: este não é um destino para se visitar uma vez. É para voltar, e para levar quem você ama.
21 anos dedicados à Patagônia
Antes de levar viajantes ao Atacama, passei mais de duas décadas na Patagônia argentina e chilena. Construí a Patagonia Experience, atendi mais de 30.000 viajantes e, em 2009, dirigi sozinho de Porto Alegre até Ushuaia para conhecer cada trecho do caminho com os meus próprios olhos.
Hoje sigo dando consultoria para quem quer conhecer a Patagônia em patagonia.com.br. No Atacama, aplico a mesma régua: só indico o que conheço pessoalmente.







